Para quem pensa cometer um suicídio sem dor, alertamos que o suicida não o fará sem dor, muita dor.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

VISÃO ESPÍRITA SOBRE O SUICÍDIO


"A religião, a moral, todas as filosofias condenam o suicídio como contrário às leis da natureza. Todas nos dizem, em princípio, que ninguém tem o direito de abreviar voluntariamente a vida. Entretanto, por que não se tem esse direito? Por que não é livre o homem de pôr termo aos seus sofrimentos? Ao Espiritismo estava reservado demonstrar, pelo exemplo dos que sucumbiram, que o suicídio não é uma falta, somente por constituir in­fração de uma lei moral, consideração de pouco peso para certos indivíduos, mas também um ato equivocado, pois que nada ganha quem o pratica, antes o contrário é o que se dá, como no-lo ensinam, não a teoria, porém os fatos que ele nos põe sob as vistas". Allan Kardec

  Ainda ignorada por esmagadora maioria da população, a Doutrina Espírita é vista como necromancia e focada essencialmente na vida após a morte. Em parte estão corretos os que assim pensam, pois em princípio os postulados básicos do Espiritismo cuidam da relação dos Espíritos com aquilo que chamamos mundo material. O que se ignora que a resultante desta relação é proporcionar àqueles que estão encarnados "vivos" melhores condições de vida através do conhecimento que nos é ofertado pelo contato com os que vivem na dimensão espiritual, os "mortos", pois são eles mesmos quem vêm nos contar acerca dos dramas que vivenciaram após a morte do cor­po físico, dando-nos uma perspectiva do que nos espera segundo nossas obras aqui na Terra.

 Portanto é um equívoco dizer-se: "Nunca ninguém voltou para contar" um erro crasso resultante da ignorância extremada que acomete nossa sociedade materialista acerca da verdade. Aos Cristãos em especial relembramos as palavras do Apóstolo da Gentilidade em sua primeira carta aos Coríntios: "Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé". Conclui-se racionalmente que Paulo atesta que a crença na vida após a morte é ponto basilar da fé Cristã, a mensagem do Cristo é de VIDA e não de morte.

Precisamos retirar Jesus da Cruz e colocá-lo em nossos corações. A mensagem final que Ele nos deixou é que somos espíritos imortais quando se apresenta aos discípulos após o infame evento do madeiro ignomioso no gólgota!

  Sim meus irmãos, não somente o Cristo, mas muitos seres que viveram aqui voltaram para contar o que ocorre após a morte do corpo, existe uma literatura Espírita e não espírita -inclusive científica- extremamente rica sobre tais relatos, mas não temos nos dado ao trabalho de conhecer esta verdade que há de nos libertar. E o que dizem àqueles que julgaram acabar com seus problemas exterminando a vida do corpo? Deixo-vos com um daqueles que voltaram para contar: "Tereis piedade de um pobre miserável que passa de há muito por cruéis torturas?! Oh! o vácuo... o Espaço... despenho-me... caio... morro... Acudam-me! Deus, eu tive uma existência tão miserável... Sofri fome muitas vezes na velhice; e foi por isso que me habituei a bebe... Quis morrer, e atirei-me... Ó meu Deus! Que momento! E para que tal desejo, quando o termo estava tão próximo? Orai, para que eu não veja incessantemente este vácuo debaixo de mim... Vou despedaçar-me de encontro a essas pedras! Eu vo-lo suplico, a vós que conheceis as misérias dos que não mais pertencem a esse mundo".

  Portanto o suicídio como tentativa desesperada de acabar com os problemas da vida, resultará SEMPRE em desapontamento segundo aqueles que voltaram para contar. O Suicídio, assim pensamos, é resultante da ignorância das Leis divinas que leva a sociedade a adotar um pensamento materialista. Sendo assim só há um antídoto para exterminarmos este mal que assola nossa sociedade, a instrução que levará fatalmente a Educação moral que culminará na libertação pelo conhecimento da Verdade magna das Leis Divinas, a VIDA ETERNA! Pois Cristo veio para que tenhamos VIDA, VIDA em abundância.



Gustavo Ramalho

Colaborador da Aliança Municipal Espírita

ramalho1857@gmail.com

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

André Trigueiro comenta o caso do PM que transmitiu o suicídio ao vivo no Facebook

Recebi uma ligação na manhã de hoje do Jornal Extra repercutindo o suicídio de um PM do Rio que foi transmitido ao vivo pelo facebook. Me ligaram por saberem do meu envolvimento com a causa da prevenção do suicídio e do livro "Viver é a Melhor Opção" que lancei em 2015. Sobre o assunto, gostaria de dizer o seguinte:
- Replicar fotos ou imagens de alguém em situação de extremo desespero ou desalento com a vida (não apenas o suicídio em si) é algo simplesmente abominável. Um desrespeito a pessoa que sofre, e também a quem vier a receber essa informação.
- Segundo a Organização Mundial de Saúde, é melhor não reportar casos de suicídio na mídia. Se isso for inevitável (como no caso do ator americano Robins Williams, em 2014) convém evitar generosos espaços com manchetes e imagens, não revelar o método empregado nem enaltecer s qualidades morais do suicida.
- Pessoas fragilizadas psíquica ou emocionalmente podem registrar notícias sobre suicídios como uma sugestão.
- A informação sobre suicídio que merece destaque na mídia (segundo a OMS) é a seguinte: em 90% dos casos, os suicídios são evitáveis por estarem associados a patologias de ordem mental diagnosticáveis e tratáveis. Um dos principais fatores de risco suicida é a depressão. O PM que virou notícia por essa tragédia tinha um histórico de depressão, e havia sido internado 4 vezes na psiquiatria do Hospital Central da Polícia Militar. Não sabemos como foram esses atendimentos.
- Outro fator de risco é o acesso a armas. Soldados das Forças Armadas, Policiais (civis, militares, federais) ou qualquer pessoa que tenha porte de arma precisa ter assistência psicológica e apoio emocional constantes.
- Ninguém se mata por uma única razão. Pode haver uma causa preponderante, que jamais responderá sozinha pelo ato extremo de se matar. Suicídio é um fenômeno complexo que não se explica com conclusões precipitadas ou generalizações.
- Quem precisa de ajuda (e não tem dinheiro sobrando) pode procurar os CAPs (Centros de Apoio Psicossociais), os serviços gratuitos oferecidos por Faculdades de Psicologia espalhados pelo Brasil e o CVV - Centro de Valorização da Vida - pelo número 141.
- Amigos e parentes devem acompanhar eventuais comportamentos estranhos de reclusão social, não compartilhamento de informações, sucessivas queixas ou declarações que remetem a uma situação limite, falta de esperança ou de qualquer saída possível. Em se confirmando isso, não despreze a possibilidade de haver aí algum sinal indicando risco de suicídio.
A vida é para ser vivida.
Quando não estamos de bem com a vida, precisamos procurar ajuda.
As crises passam. Nós devemos seguir adiante.

Fonte: André Trigueiro

sábado, 17 de setembro de 2016

SUICÍDIO NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA: O PROBLEMA SOB A VISÃO ESPÍRITA

SUICÍDIO NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA: O PROBLEMA SOB A VISÃO ESPÍRITA

por Clara Lila Gonzalez de Araujo
“ (...)para o que não crê na eternidade e julga que com a vida tudo se acaba, se os infortúnios e as aflições o acabrunham, unicamente na morte vê uma solução para as suas amarguras. Nada esperando, acha muito natural, muito lógico mesmo, abreviar pelo suicídio as suas misérias.”

(“O suicídio e a loucura”. In: O Evangelho segundo o Espiritismo.) (1)



Crianças e adolescentes, em número expressivo, buscam no suicídio a fuga que lhes parece mais viável aos dissabores e dificuldades que surgem de suas experiências  na matéria.

O assunto, de importância vital para análise e reflexão de todos os espíritas, é destacado no temário das Campanhas Viver em Família e Em Defesa da Vida, reativadas pelo Conselho Federativo Nacional, órgão da Federação Espírita Brasileira, em 21 de novembro de 2004, tendo como uma de suas ações, em nível nacional, estimular o aprofundamento de temas dessa natureza, concluindo quão importante torna-se o conviver em família, onde sob todos os aspectos, a vida deve ser preservada e cuidada. (2)

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (2000), no mundo inteiro, o suicídio está entre as cinco maiores causas de morte na faixa etária de 15 a 19 anos e em vários países ele fica como primeira ou segunda causa de morte entre meninos e meninas nessa mesma faixa etária.(3)Verificamos que, estatisticamente, o Brasil se coloca como um dos países que possui um índice relativamente significativo neste tipo de morte entre os jovens: nos anos de 1991 a 2000 os suicídios, nessa faixa etária, tiveram crescimento de 28,5% e os dados, atualmente, apresentam, segundo a magnitude da população jovem brasileira, uma taxa de 4 suicídios por 100 mil habitantes. É possível, também, observar que a incidência dos óbitos por suicídio apresenta, a partir dos 10 anos, uma forte tendência ascendente para chegar à sua máxima expressão aos 21 anos de idade. (4)

É entristecedor ver esses Espíritos envolvidos em tantas frustrações, decorrentes de conflitos íntimos e de uma educação mal administrada, por parte dos pais, ou por serem, alguns, portadores de desequilíbrios emocionais que não foram atendidos adequadamente na infância, levando-os a uma atitude tão drástica.

O Espírito Manoel Philomeno de Miranda (1991) aponta para os graves agentes psicológicos que levam ao suicídio, como a angústia, a insegurança, os conturbadores fenômenos psicossociais e econômicos, as enfermidades crucificadoras, o sentimento de desamparo e de perda, todos com sede na alma imatura e ingrata, fraca de recursos morais para sobrepô-los às contingências transitórias desses propelentes ao ato extremo. E, este trágico ato assume gravidade e constrangimento maiores, quando crianças, que ainda não dispõem do discernimento, optam pela aberrante decisão. (5)

Como avaliar o tresloucado gesto de seres tão jovens, sob a visão espírita? Que causas estimulam esses Espíritos, ainda imaturos, a buscarem, no gesto derradeiro, a superação dos problemas que os alucinam?

Mesmo considerando o grande número de suicidas que renascem com as impressões da ação cometida em vidas passadas, é necessária uma análise mais acurada sobre as razões que os impelem a cometer novas transgressões às leis de Deus, agravando ainda mais sua situação espiritual.

Analisaremos, inicialmente, os suicídios que têm por causa a obsessão.

Elucida-nos o venerável Espírito Bezerra de Menezes que Espíritos perversos influenciam os encarnados, sugestionando-os a cometerem o ato terrível, através do sono de cada noite, por uma pressão obsessora do seu desafeto espiritual, (...). Outros existem que não querem absolutamente morrer, não desejam o suicídio (...). Apesar disso, sucumbem, (...) uma vez que, deseducados da luz das verdades eternas, desconhecedores do verdadeiro móvel da vida humana, como da natureza espiritual do homem, não lograram forças nem elementos com que se libertarem do jugo mental (...) cujo acesso permitiram (6). Esses suicídios, levados a efeito por influências obsessivas, apresentam certa parcela de atenuantes para as vítimas e graves responsabilidades para os que os motivaram, respondendo, esses algozes, perante a Justiça Divina, pela crueldade cometida contra os seus adversários.

Intriga-nos, sem dúvida, que esta situação possa ocorrer com crianças e jovens.

A análise feita por Allan Kardec à resposta dada pelos Espíritos Superiores, à questão 199a, em O Livro dos Espíritos, esclarece-nos sobre o problema. Diz o Codificador: “Aliás, não é racional considerar-se a infância como um estado normal de inocência. Não se vêem crianças dotadas dos piores instintos, numa idade em que ainda nenhuma influência pode ter tido a educação? Algumas não há que parecem trazer do berço a astúcia, a felonia, a perfídia, até o pendor para o roubo e para o assassínio, não obstante os bons exemplos que de todos os lados se lhes dão?”(7)Conclui Kardec, na mesma nota, que esses Espíritos se revelam viciosos por não possuírem progresso, sofrendo, então, por efeito de sua inferioridade. Essas crianças, geralmente, manifestam comportamentos desequilibrados, como resultante da rebeldia, da insatisfação, do nervosismo, da dificuldade intelectual que apresentam, agravando-se, cada vez mais, a sua existência, caso não recebam os cuidados urgentes dos pais, em forma de afeto, compreensão e providências terapêuticas adequadas, para que consigam superar reminiscências tão dolorosas.

Suely Caldas Schubert (1981), ao referir-se ao problema da obsessão na infância, traz de sua experiência interessantes depoimentos sobre crianças que tentaram o suicídio. Um desses casos foi destacado como gravíssimo. Conta-nos a autora que certa criança de três anos e alguns meses vinha tentando o suicídio das mais diferentes maneiras, o que lhe resultara, inclusive, ferimentos: um dia, jogou-se na piscina; em outro, atirou-se do alto do telhado, na varanda de sua casa; depois quis atirar-se do carro em movimento, o que levou os familiares a vigiá-la dia e noite. Seu comportamento, de súbito, tornou-se estranho, maltratando especialmente a mãe, a quem dirigia palavras de baixo calão que os pais nunca imaginaram ser do seu conhecimento (8).

Os pais da referida criança buscaram ajuda no Espiritismo e, a partir das reuniões de desobsessão, realizadas em seu benefício, foi possível diagnosticar, espiritualmente, as causas do seu estado atual. A oração, o passe e a água fluidificada, usados na terapêutica espiritual, melhoraram sensivelmente o problema obsessivo e outras crianças, que apresentavam sintomas semelhantes, foram amparadas, igualmente. Schubert chama atenção para a importância das aulas de Evangelização Espírita, quando os pequeninos seres são extremamente ajudados pelos ensinamentos ministrados, oferecidos por meio das luzes do esclarecimento espírita-cristão de que tanto carecem (p. 66).

Além das orientações que recebemos da profilaxia espírita é imprescindível procurarmos o auxílio de psicólogos, médicos, educadores e outros, que orientem na utilização de mecanismos preventivos, para o reajustamento dessas crianças. É importante ressaltar, todavia, que ao tratarmos de suicídio, não podemos apenas nos referir às obsessões, que influenciam grandemente essas almas torturadas, mas devemos levar em conta o rol de dificuldades que esses Espíritos trazem consigo, impulsionando-os a cometer desatinos de toda sorte, em prejuízo próprio, não lhes permitindo viver de forma mais tranqüila e segura.

Aos pais cabe a tarefa maior de ampará-los, dispensando-lhes muito amor, a fim de que se sintam amados e possam superar esses estados de sofrimento, choques e dores que necessitam ser atenuados por meio da educação, na prática de exercícios moralizadores, até que consigam transformar suas disposições mentais, na busca do rumo feliz que tanto anelam.

Ao conhecermos os fatores causais dos sofrimentos que nos atingem, passamos a aceitar com resignação e responsabilidade as provas indispensáveis para evoluirmos. Por isso, aceitar filhos difíceis é reagir de forma positiva, envolvendo-os em vibrações de ternura, anulando-lhes as impressões negativas, dialogando constantemente com eles, no uso da palavra envolta em emoção afetuosa e franca, e transmitindo-lhes a confiança de que haverão de se livrar dos problemas íntimos que os oprimem, confiando em Jesus e nos benfeitores espirituais. A criança, se evangelizada desde cedo, tem noção exata do que significa o amparo desses Amigos do além-túmulo.

O problema do suicídio assume dimensões maiores na adolescência, quando, quase sempre, não se recebeu ajuda na fase infantil. O Espírito Joanna de Ângelis (1998) afirma que a desinformação a respeito da imortalidade do ser e da reencarnação responde pela correria alucinada na busca do suicídio. (...) E essa falta de esclarecimento é maior no período infanto-juvenil, (...) facultando a fuga hedionda da existência carnal (...) (9).

Há que se considerar, também, o suicídio indireto, quando o adolescente, vivendo em clima de lutas acerbas e não tendo recebido uma base familiar de orientação segura, desgasta suas forças morais e emocionais, enredando-se no jogo das paixões, principalmente no sexo em uso excessivo, na ingestão de bebidas alcoólicas, do fumo nocivo e das drogas, resultando nas reações comportamentais rebeldes e agressivas, que causarão sobrecargas destrutivas no conjunto do ser, desequilibrando suas condições física e mental (p. 133).

O panorama traçado até aqui mostra que o suicídio de crianças e jovens é constantemente desafiado pelas circunstâncias, muitas vezes imprevisíveis, que surgem dentro do próprio lar.

O lar deve ser escola de real educação, sem o caráter autoritário e impositivo, que torne as relações entre pais e filhos obsessivas e desgastantes, mas com a preocupação sincera de estabelecer-se entre eles uma amizade verdadeira, que lhes permita encontrar a resistência espiritual de que precisam, para enfrentar as vicissitudes e os desafios decorrentes de frustrações e de conflitos íntimos, surgidos, especialmente, dos relacionamentos interpessoais, nem sempre vividos favoravelmente.

A educação que se funda no processo de despertar os poderes latentes do Espírito é a única que realmente resolve o problema do ser. Educação que deve preparar o indivíduo para a vida como realmente ela é, destacando, sempre, a bênção da reencarnação, que permite lutar pelas mais nobres aspirações e reconhecendo, com gratidão, os destinos altaneiros que Deus concebeu e tracejou para o Espírito.

Importa, pois, primeiramente, que a criança e o adolescente tenham uma visão correta sobre a realidade e o futuro do ser, traçando para sivalores éticos e cristãos que constituem a verdadeira vida e que os fará esperar pela concretização de realizações que os estimulem ao progresso.

A missão do Espiritismo é educar para salvar. Tenhamos nós, espíritas, a certeza desta revelação, pois enquanto esse fato não penetrar em nossas mentes e corações não saberemos acolher, com compreensão, essas almas infelizes e enfermas, necessitadas de infinito amor. Quanto a isso, reflitamos sobre a sábia lição de Jesus: “Ninguém acende uma candeia para pô-la debaixo do alqueire; põe-na, ao contrário, sobre o candeeiro, a fim de que ilumine a todos os que estão na casa.” (Mateus, 5:15.)



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

(1)KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. 105. ed. Rio de Janeiro: FEB. 1991, cap. V, item 15, p. 113.

(2)FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA – FEB. Família, Vida e Paz – Subsídios para a Implantação e Desenvolvimento das Campanhas Viver em Família,Em Defesa da Vida e Construamos a Paz Promovendo o Bem! Brasília (DF): 2005.

(3)ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE – Departamento de Saúde Mental. “Prevenção do Suicídio: Um Manual para Profissionais da Saúde em Atenção Primária”. Genebra, Suíça. 2000.

(4)WAISELFISZ, Jacob. UNESCO. “Mapa da Violência III”. Brasil (DF). Fevereiro de 2002.

(5)FRANCO, Divaldo Pereira. “Suicídio – Solução Insolvável”. In: Temas da Vida e da Morte, pelo Espírito Manoel P. de Miranda. 3. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1991, p. 98.

(6)PEREIRA, Yvonne A. Dramas da Obsessão, pelo Espírito Bezerra de Menezes. 3. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1976, Primeira Parte, cap. VI, p. 28-29.

(7)KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 72. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1992, “Sorte das crianças depois da morte”. Parte Segunda, cap. IV, questão 199a, p. 134.

(8)SCHUBERT, Suely Caldas. “A criança obsidiada”. In: Obsessão/Desobsessão. 1. ed. Rio de Janeiro: FEB. 1981, cap. 12, p. 66.

(9)FRANCO, Divaldo Pereira. “O Adolescente e o Suicídio”. In: Adolescência e Vida, pelo Espírito Joanna de Ângelis. 4. ed. Salvador (BA), LEAL editora. 1997, p: 131-135.



Fonte: Revista Reformador/Agosto 2005, da FEB